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Usina De Oxigênio Hospitalar. Como É Feita A Produção, Processos, Pureza E Segurança

Usina De Oxigênio Hospitalar. Como É Feita A Produção, Processos, Pureza E Segurança

Por: Engethink - 20 de Janeiro de 2023

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As usinas de oxigênio hospitalares são sistemas de produção de oxigênio que fornecem oxigênio medicinal para pacientes que precisam de suporte respiratório. Elas são usadas principalmente em unidades de terapia intensiva (UTI) e unidades de cuidados coronarianos (UCC), onde os pacientes precisam de oxigênio constantemente.

Existem vários tipos de usinas de oxigênio, mas as mais comuns são as usinas de separação de ar, que separam o oxigênio da mistura de gases do ar. Essas usinas usam um processo chamado crio separação, que usa temperaturas extremamente baixas para separar os gases. Outro tipo de usina de oxigênio é a usina de concentração de oxigênio, que usa uma série de filtros para remover os gases indesejados e concentrar o oxigênio.

Importância do oxigênio no ambiente hospitalar e como a usina de oxigênio atende a essa demanda.

O oxigênio é essencial para a saúde e o bem-estar dos pacientes em ambiente hospitalar. É utilizado em tratamentos médicos, cirurgias e para ajudar na respiração de pacientes gravemente doentes.

A demanda por oxigênio em hospitais é alta e, por isso, é necessário ter uma fonte confiável e segura de fornecimento. A usina de oxigênio hospitalar atende a essa demanda, fornecendo oxigênio puro e constante. Além disso, ela permite a produção do próprio oxigênio, sem a necessidade de troca frequente de cilindros, o que garante a disponibilidade do insumo sempre que necessário.

A usina de oxigênio hospitalar é a escolha certa para garantir a saúde e o bem-estar dos pacientes e profissionais de saúde.

Quais são os componentes de uma usina de oxigênio hospitalar

Uma usina de oxigênio para hospital é composta por vários componentes, incluindo compressores de ar, condensadores, trocadores de calor e tanques de armazenamento de oxigênio e a tubulação de oxigênio . O ar comprimido é enviado para o sistema de separação de gases, onde é resfriado até uma temperatura extremamente baixa. Isso permite que os gases sejam separados com base na diferença de densidade entre eles. O oxigênio é então armazenado em tanques e distribuído para as unidades de tratamento do hospital.

Produção de oxigênio em uma usina medicinal

A produção de oxigênio em uma usina de oxigênio é realizada através de um processo chamado liquefação do ar. O ar é comprimido e resfriado, o que faz com que os componentes líquidos sejam separados dos componentes gasosos. O oxigênio é então separado dos outros componentes, como nitrogênio, argônio e dióxido de carbono, através de processos de destilação ou adsorção.

A destilação do ar é feita em uma torre de destilação, onde o ar é resfriado até uma temperatura muito baixa, tornando-se líquido. O oxigênio é então separado das outras moléculas de gás devido às diferenças nas pressões de vapor dos componentes.

A adsorção é feita por meio de um processo chamado criogênese, que utiliza substâncias adsorventes, como sílices moleculares e zeólitos, para separar os componentes do ar. O oxigênio é adsorvido por essas substâncias, enquanto os outros componentes do ar passam através delas.

Uma vez que o oxigênio é separado e purificado, ele é comprimido novamente e armazenado em tanques ou cilindros para transporte e uso em aplicações industriais ou médicas.

Qual o consumo de uma usina de oxigênio medicinal?

O consumo de energia de uma usina de oxigênio pode variar dependendo do tamanho da usina, do processo utilizado para produzir o oxigênio e das condições de operação. No entanto, em geral, o processo de liquefação do ar, utilizado para separar o oxigênio dos outros componentes do ar, é altamente energia-intensivo.

O processo de compressão do ar, que é necessário para a liquefação, requer muita energia, pois é preciso comprimir grandes volumes de ar a altas pressões. Além disso, o resfriamento do ar para a liquefação também requer energia, geralmente fornecida por refrigeradores ou unidades de criogenia.

A destilação ou adsorção para separar o oxigênio também requer energia para funcionar.

A fim de ter uma ideia geral, um estudo de caso de uma usina de oxigênio de grande porte (produzindo cerca de 20.000 Nm³/h de oxigênio) estima que seu consumo de energia é de cerca de 3,5 KWh/Nm³ de oxigênio produzido.

Vantagens da usina de oxigênio em relação a outras fontes de oxigênio, como cilindros.

A usina de oxigênio hospitalar oferece inúmeras vantagens em relação a outras fontes de oxigênio, como cilindros. Algumas delas incluem:

  1. Fornecimento constante: A usina de oxigênio garante o fornecimento constante de oxigênio, sem a necessidade de troca frequente de cilindros, o que permite que os profissionais de saúde se concentrem nas necessidades dos pacientes.
  2. Segurança: O processo de produção de oxigênio na usina é seguro e a usina é equipada com tecnologia de ponta para garantir a qualidade do oxigênio.
  3. Economia: A usina de oxigênio permite a produção do próprio oxigênio, o que significa menos custos com a troca frequente de cilindros.
  4. Versatilidade: A usina de oxigênio pode ser utilizada em diferentes setores da saúde, incluindo UTI, centros cirúrgicos e unidades de emergência.

Escolha a solução ideal para garantir o fornecimento de oxigênio no ambiente hospitalar.

Qual o valor de uma usina de oxigênio?

O valor de uma usina de oxigênio pode variar amplamente dependendo do tamanho, capacidade e configuração da usina, bem como do processo utilizado para produzir o oxigênio.

Uma usina de oxigênio pequena, utilizada para produzir oxigênio para aplicações médicas ou pequenos processos industriais, pode custar de algumas dezenas de milhares de dólares a alguns milhões de dólares. Já uma usina de oxigênio de grande porte, utilizada para produzir grandes volumes de oxigênio para indústrias como siderurgia ou petróleo e gás, pode custar dezenas de milhões de dólares a mais de 100 milhões de dólares.

É importante mencionar que, além do custo inicial, existem outros custos associados à operação de uma usina de oxigênio, como os custos de manutenção, energia e insumos necessários para produzir o oxigênio.

Qual deve ser a pureza do oxigênio?

A pureza do oxigênio produzido por uma usina hospitalar deve atender aos padrões estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pela norma ISO 8359. Essas normas especificam que o oxigênio medicinal deve ter uma pureza mínima de 93% a 96%, dependendo do uso.

O oxigênio medicinal é usado em diversas aplicações, como administração por via nasal ou máscara facial, administração por inalação em pacientes com problemas respiratórios, administração em ventilação mecânica, administração em oxigenoterapia hiperbárica, entre outras. Cada uma destas aplicações tem suas especificações de pureza.

A pureza do oxigênio medicinal é medida usando-se um analisador de oxigênio, que é capaz de medir a pureza do oxigênio de forma precisa e confiável. É importante que a usina hospitalar mantenha um rigoroso controle de qualidade para garantir que o oxigênio produzido atenda aos padrões de pureza exigidos.

Finalizando

As usinas de oxigênio para hospitais são projetadas para atender às necessidades de oxigênio de pacientes críticos. Elas devem ser confiáveis, seguras e fáceis de operar. É importante que elas sejam manutenidas regularmente para garantir que estejam funcionando corretamente e forneçam oxigênio puro e seguro.

As usinas de oxigênio para hospitais também devem ser projetadas de acordo com as regulamentações locais e internacionais de segurança. Isso garante que elas sejam seguras para os pacientes, os funcionários do hospital e o meio ambiente.

Em resumo, as usinas de oxigênio para hospitais são sistemas críticos para o suporte respiratório de pacientes em unidades de terapia intensiva e unidades de cuidados coronarianos. Elas são projetadas para fornecer oxigênio puro e seguro, e devem ser confiáveis, seguras e fáceis de operar. Além disso, elas devem ser projetadas de acordo com as regulamenta